terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Panqueca, Nutella e filhos

Eu já sabia, mas ontem tive a confirmação. O Rafhael vai ser um ótimo pai.

Temos dois porquinhos da Índia aqui em casa, a Panqueca e a Nutella.

Ontem de madrugada e isto lá pelas 4 da manhã, estas duas pequenas criaturas não nos deixavam pregar olho. A panqueca foi a primeira a chegar aqui em casa e quando percebemos que estava a ficar seriamente deprimida, pois são animais extremamente sociais, fomos buscar a Nutella e desde então quem mandava no pedaço era a Nutella. A panqueca, menina carente deixava a outra fazer tudo e mais um par de botas, até ontem!

Por questões de higiene mudamos a logística dentro da casa delas e em lugar de palha a la garnel, resolvemos forrar a casa com mantas e deixar uma caixa de tamanho médio com o feno para elas comerem e dormirem. A ideia era excelente pois como as duas até aqui dividiam tudo democraticamente, parecia perfeito. Mas não mais, a paz acabou! A Panqueca emancipou-se e entre dentadas, empurrões e muita algazarra lá se apoderou da caixa do feno e de lá ninguém a tirava. A briga foi acalorada nas horas da madrugada e deixar dormir os " pais" nem pensar.

Eu estava cansada e nem pensar que iria levantar do quentinho edredon de penas, para meter alguma ordem na casa.

Nem pensei, eram 4 da madrugada e o Rafha sem nem eu me pronunciar lá foi aquietar as " crianças." Fez isto, duas vezes. Mas ele é muito bonzinho e apesar das tentativas, elas continuavam numa acalorada e barulhenta discussão. Por último e já sem paciência, lá fui eu, dei dois berros que metem a Mariah Carey no chinelo e um susto e elas lá se calaram.

Resumindo são 8 da manhã e fomos dormir às 4 da madrugada por culpa disto. Será que podemos considerar isto um pré estágio?

O Rafha vai ser um pai extremoso e bom companheiro nas aventuras de uma futura maternidade e assim se vai o medo do desconhecido. Eu já sabia, mas ontem tive a certeza!

Ah grande homem... uma ode ao Rafha.

by Irina Jeanette

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Bridget Jones Baby - O Filme

Acabei agora de ver o filme da Bridget Jones e apesar de alguns terem falado que não tinha qualquer interesse ou piada, eu não poderia ter gostado mais.

O filme é lindo, apesar do inicio com o já normal linguajar de asneiras que me faz ficar envergonhada  apesar de ser só eu na sala, é como se estivesse eu mesma a pronunciar aquelas feias palavras. Mas, saltando essa parte menos auspiciosa,  o filme é encantador, divertido e tocante.

Fala sobre o amor e como ele foge a todas as equações matemáticas, racionalismos e previsões.
O amor tem essa capacidade de ir e voltar, do nada, apanhando-nos totalmente desprevenidos tal como o choque de uma gravidez não planeada.

Ah quando o amor deixar de nos surpreender, chocar, agitar, fazer chorar e rir, é porque não existe mais amor, talvez respeito ou amizade, pode um dia ter sido tudo e, hoje não ter sobrado nada de nada.

O amor pode materializiar-se diante dos nossos olhos e desaparecer no instante seguinte....

Pode estar naquele abraço que nos surpreende, na conversa no meio da noite, nas diferenças irreconciliáveis e na única semelhança ser o fato de desejarmos estar juntos pelo resto das nossas vidas, mesmo nas idas e vindas de um relacionamento.

Amar é incerteza, sempre será....

Amar é não querendo, querer....

Amar é permanecer, quando tudo te pede para fazer as malas e partir....

Amar é ficar magoado vezes e vezes sem conta e segurar as pontas... porque a outra parte fere, mas também traz a cura.

Talvez seja o sentimento de que viver sem amore sem dor, não faz sentido! Porque enquanto doer, sabes que estás vivo e isso é como aquele ar gelado da manhã de inverno, um frio que choca e refresca e nos deixa confusos sobre se aquilo é de fato bom ou mau. No entanto, encaras o frio e segues a vida até que um dia já não vives sem ele, é a tua droga, a tua adição e vais precisar sempre senti-lo vez após vez porque no fundo queres te sentir viva.

A vida não é boa se tiver sempre a mesma temperatura. Se o amor arrefecer, podes aquecer e ressuscitar os batimentos dessa relação, mas se estiver acomodado, morno, indo, mas não necessariamente em movimento, então terminou, sem nunca ter conhecido um fim.

Nunca tenhas medo dos extremos das temperaturas do amor, o muito quente ou ou muito frio dá para gerir e transformar, no amor o pior que se pode pedir é o equilíbrio e o balanço, porque todos temos algum transtorno emocional em nós que transtorna o outro, mas que o mantém fascinado e o apega á nossa alma  de formar inexplicáveis e que não queremos nunca ver partir.

São as diferenças irreconciliáveis que nos tornam tão vulneráveis, mas tão especiais e semelhantes nas nossas necessidades, desejos e ambições.

O novo filme de Bridget Jones discorre sobre tudo e fiquei de coração cheio em ter visto algo tão leve e bonito.

Se forem românticos e ainda não viram, vejam!

Mas se forem racionais e desprovidos de paixões desnecessárias pelas surpresas da vida e tudo na vida se resumir a fórmulas e equações, não percam o vosso tempo.


domingo, 25 de dezembro de 2016

Montando a árvore de natal.....

Desejando a todos um santo e feliz Natal, deixo o vídeo mostrando nossa casa e árvore :)








Que sejam felizes e alegres estes dias !

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

A Disney e eu...

Nasci nos anos 80 e vi alguns desenhos animados que marcaram e nenhum era da Disney.
Eram os Thundercats, Tom Sawer, e outros que não tinham mariquices nenhuma.
Penso que a grande onda Disney tenha começado lá pelos anos 90 com o Rei Leão e a Pequena Sereia, pelo menos foi o grande bummmmm. Já era adolescente e queria outras coisas que não desenhos animados.
O Rafha nasceu nos anos 90 e adora a Disney e agora a pequena sereia lixou-me a vida. O Rafha quer ir aos parques da Disney em Paris, mas talvez precisa encontrar companhia primeiro não sei. Penso que eu entrar num lugar assim será dos maiores sacrifícios de amor que já fiz na vida. Detesto multidões, coisas globalizadas, toda a economia do gasto e desperdício desses ambientes e, ainda sou capaz de começar a filosofar sobre a existência e o valor da vida humana num dia na Disney. Nós dos anos 70/ 80, somos pensantes, conseguimos grandes revoluções na história e o pessoal dos 90 só quer é party, festa, barulho e confusão.
Já estou a ver a minha cara de perdida e chateada num fila de 1 hora e meia para entrar num brinquedo.
Já me tentei convencer que sou pró Disney, mas é mentira, não sou nada. Eu sou é anti pessoas em grandes unidades, às resmas, andando em paletes.
Esta sou eu, sempre inconformada e chata.
Sou capaz de ir a Paris e não colocar os pés nesse lugar, pois prefiro ficar esticada num parque, na relva a observar pessoas, escutando música ou lendo um livro e ter mais prazer nisso.
Mas é um dos grandes Must Do da wish list do Rafha e onde ele gostaria de me levar, mas e se depois eu até gostar um pouquinho e ficar descerebrada?
É uma questão de vida ou morte num relacionamento ir á Disney ou não, de ser ou não ser. É como se eu escolhesse permanecer sapo, independentemente de muito beijo e recusasse virar princesa. Serei sempre o Shrek, o Gru Maldisposto desta relação, não tem jeito. Disney ainda não és para mim....
Será que terei de me render por amor?
Ser ou não ser, eis a questão!


by Irina Jeanette

Ah... e coisa e tal e o Natal

Não me considero uma pessoa materialista! E o Natal é chato pah!
Passo a explicar porque: ora esta coisa de sermos "obrigados" a ter de dar prendas a todos, menos ao menino Jesus, mexe com o meu sistema nervoso. Não gosto de obrigações, pois durante muito tempo fui obrigada a muita coisa e hoje quero ser livre, para ofertar quando quiser sem ser cobrada por isso.
Na minha mente em vez de pensar no que iria receber, não, esteve sempre a odeia de convidar alguém que não tivesse uma família para passar o Natal . E nem foi preciso ir muito longe, já tenho os meus convidados especiais.
Para evitar gastos excessivos fizemos apenas um pequeno plafon de gasto para oferecer algo entre mim e ele, simbólico, porque o Rafhael ama o Natal e toda a tradição e, eu vou fazendo as coisas para o ver feliz.
Fora o nosso pequeno espectro familiar não existe a necessidade de gastar com nada e nem ninguém, não tenho amigos secretos, só inimigos. Quando eu oferecer algo a alguém foi genuíno e de coração inteiro e não porque tinha de ser, caso contrário tínhamos desconfianças, murmúrios e falta de paz.
E que alívio, fiz uma listinha do que ia comprar, porque também detesto compras, lojas, shoppings, corridas entre corredores e atropelando a vida pelo meio. Com essa listinha em menos de 1 hora comprei tudo o que precisava e depois vou revelar aqui para vocês nos dias seguintes ao Natal.
O Velhinho lá do Polo Norte por mim pode ir para a reforma ou para uma residência de idosos, que do meu Natal.... cuido eu!


by Irina Jeanette

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Milagres Acontecem....

Nao sei por onde começar ao escrever este post, não sei mesmo. Lágrimas misturam-se com as palavras e as emoções tocam as pontas dos dedos.
Existem alturas na nossa vida em que achamos que perdemos tempo, oportunidades e deveríamos ter escolhido outro rumo.

Quem me conheceu naquela época, deveria pensar:

"óh coitadinha o que anda ela a fazer com a vida? Mas que desperdício."

Eu tinha 17 anos quando decidi desistir da escola, naquele ano eu tinha aprendido que Jesus era uma pessoa boa e Deus amável e queria dar minha vida a ele. Nesse ano e nos que estavam por vir eu cuidei de crianças carenciadas. Era o Ruben, a Rita, a Soraia e a Ana e muitos outros que passaram e tocaram a minha vida, crianças lindas, anjos de Deus e com eles passei os próximos anos e o que fazíamos?

Com eles ensinei da melhor maneira o que sabia sobre Deus e Seu amor, não somente levando á igreja, mas em casa, todos os dias nos sentávamos para contar histórias da bíblia no velhinho flanelografo da Casa Publicadora Brasileira.

Com estes meninos cantava hinos cristãos, fazíamos orações antes de comer e dormir e tentava que através desse conhecimento um dia eles conseguissem superar os traumas, os medos, a tristeza e sorrissem, enfim, tivessem a capacidade de se tornarem bons cidadãos do mundo e felizes filhos de Deus.

Tínhamos os passeios no campo, na praia onde eles aproveitavam comigo para brincarmos juntos, verem que existe beleza na natureza criada e amor, muito amor apesar das deficiências de um mundo manchado por más decisões de adultos que fazem os mais pequeninos sofrer.

E os desenhos, rabiscos, atividades, músicas ensaiadas para as festas de Natal das igrejas locais ...

A alimentação natural, vegetariana para que aprendessem o valor da nossa vida e saúde, mas também dos animaizinhos....de todas as criaturas era ensinado respeito.

A beleza do dia de sábado, um dia em que tinham sempre roupas e sapatos mais bonitos para vestir e irmos juntos á igreja e depois existia sempre algo especial depois do almoço, afinal era sábado.

Eram coisas pequenas, singelas, nada de especial ....

Deste mundo fez parte a Luísa, a Ana Vasques e o Paulo Torres, pessoas voluntárias, amigas e que de coração cheio de amor os amavam e cuidavam dando do seu tempo o melhor para colocar um sorriso nos seus rostos.

Esta semana o Ruben veio falar comigo....

Somos amigos no Facebook, mas não nos vemos há quase 20 anos pois foi retirado de nós e nunca mais o vi. É um homem e só Deus sabe como ficou rasgado o meu coração e con=mo chorei por este menino; aliás por todos os que um dia foram minha família e tiveram de partir para seguir as suas vidas, vidas diferentes, longe de mim e do meu olhar. Eram filhos que me roubavam e pelos quais chorei durante anos. Depois, muitos e muitos anos depois, superei e segui... 

Hoje, vinte anos depois, o Ruben vive em Espanha, é um homem!

Fui seguindo até hoje, pensando porque segui aquele rumo? Porque desisti da escola e perdi tanto tempo? Foram 7 anos, dos meus 17 aos 24 era uma menina antiquada sem muitas perspectivas de vida e trancada no mundo de sua casa, onde lia a bíblia todos os dias, cuidava de crianças e era uma educadora para elas.

Como eu dizia, o Ruben ontem veio falar comigo e com uma pergunta:

- Irina, qual o nome da Igreja que íamos quando eu estava com a tua família e em tua casa?

Eu disse:

- Adventista do Sétimo Dia, porque Ruben?

A resposta não tardou muito:

- Porque estou ansioso por voltar a esse lugar, a essa igreja, são tantas as boas memórias desses tempos, as histórias que me contavas, as músicas e tudo o que vivi em vossa casa e na verdade nunca entendi porque me levaram para longe de vocês e da vossa casa. Quero encontrar Deus, pois sinto que ele tem estado comigo todos estes anos, cuidando e velando por mim. Vou procurar essa igreja aqui onde vivo em Espanha....

Esta conversa foi ontem á noite e esta manhã já tinha uma nova mensagem do Ruben no messenger dizendo que tinha ótimas noticias para mim:

- Falei com o pastor Gabriel da Igreja Adventista da minha localidade e amanhã vou ter com ele para conhecer a família adventista, partilhei minha história e o reencontro está combinado!

As lágrimas descem pelo meu rosto á medida que escrevo isto, aqueles anos não foram anos perdidos e Deus através de mim, da Luísa, da Ana e do Paulo deixaram a semente no coração deste pequenino  menino, hoje homem, que sentiu saudades da casa do Pai do Céu.

A Bíblia diz:

"Ensina o menino no caminho em que deve andar e nem quando for velho se desviará dele'" e é verdade e esta história é mais uma prova disso.

A Elsa um dia, a quem também segurei no colo disse que hoje canta as mesmas músicas que aprendeu comigo e connosco  ao filhinho dela.

O Steven, esse outro meu filho, disse que amou todos os momentos que viveu enquanto meu pequenino protegido em nossa casa e quer vir ficar uns dias connosco aqui em Inglaterra.

Quantas alegria e, espero que todos lembrem um dia um pouco do amor de Deus que tentámos partilhar com eles e sejam pessoas felizes e se um dia tiverem saudades da igreja podem sempre voltar, pois todos estarão de braços abertos para os receber.

Se não, que se lembrem de amar a Deus nas suas vidas e terem amor pelos que os rodeiam e um dia Jesus os receberá a todos de coração e braços abertos.

Deixo algumas fotos daqueles dias vividos, dos meus 17 anos e dos meus meninos e meninas, meus bebes e acabam de me mostrar novos caminhos para a vida, hoje uma nova luz se abriu para mim, obrigada Ruben e obrigada Deus ....


A Elsa, Soraia, Ruben, Miriam, Ana e Wilson numa festa de Natal na igreja da Reboleira cantando músicas da época e ensaiados pela Ana Vasques


      Foto tirada nos jardins que ficam em frente á Igreja Adventista do Sétimo Dia de Corroios com o     querido Pastor Ernesto Ferreira, esse homem extraordinário e lá está o Ruben, a Soraia, Ana, a Marlene, Mónica, Elsa, Carla e Marisa.


                      Em um dos nossos passeios pelo campo, eu e minha mãe, o Ruben, a Soraia e a Ana

Em casa com meus meninos, era verdadeiramente mãe ou sentia que o era e aqui está o Ruben, Ana, Soraia, Elsa, Carla, Marlene, Mónica


Um almoço com a fátima, as crianças, a Marisa pequenina escondida lá atrás, a Soraia, a Ana, o Ruben, meu irmão e mãe.

Milagres acontecem e hoje eu testemunhei um e chorei.......

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Post de Gratidão

Hoje sou grata a Deus porque a doença foi e nem rasto dela. Porque tenho queridos amigos que oram e ou torcem por mim e enviaram as mais queridas mensagens de apoio para este dia tão importante em Londres. Hoje vocês fizeram com que as lágrimas viessem aos olhos e fizeram com que me sentisse amada . O teste só para dizer que correu muito bem e foi simples na minha opinião. Tudo isto porque me preparei muito para este dia. Professores, mentores, amigos e irmãos um bem haja a todos e que todo o bem que me fizeram e desejaram se duplique nas vossas vidas em até 100xs mais. ❤️❤️❤️❤️ Ao meu marido Rafha Souza porque sempre acreditou em mim; mesmo quando pensei em desistir de tudo e lutou lado a lado para me manter sã, focada e feliz nesta jornada, só tu entendes o quanto doeu chegar aqui. Te amo💝💝💝


by Irina Jeanette

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Lisboa, menina, moça e cidade amada!





Está frio e já acordei há imensas horas e uma eternidade atrás, mas ainda não senti a energia para começar o dia de hoje. Já bebi um chá para que a mente se predisponha a sair do estado vegetativo em que se encontra. Inglaterra dá-me sono. Em Portugal nos últimos dias eu estava e sentia-me viva. 
Agora aqui no calor e quentinho de casa, onde a árvore de natal já está montada, escuto Adele e já me levantei umas 4 vezes e comecei a trabalhar, sem que realmente isso tivesse acontecido, é só mental.

A Adele vai me erguer o espírito e o corpo deste estado letárgico da vida, pois já estou a procrastinar e adiar a vida pelos últimos 3 dias e isto é capaz de dar errado. Deve ser a saudade, o continuar deslocada numa realidade que nunca vai ser a minha e uma rotina forçada a tudo e a nada. Sou grata pela vida, onde quer ela que seja, mas sei onde sou feliz e não é aqui.

Pelas 4 horas da tarde, vou com o marido ás compras e rever a cidade que não vejo nos últimos 12 a 15 dias; ruas monótonas que não as cheia de vida como a da minha Lisboa, ruas onde não se sente o cheiro de peixe assado, onde não existe fumaça das castanhas assadas, trânsito apressado e rude. De tudo isto, sinto falta! Sinto falta de ouvir falar português onde quer que vá, da meia de leite no café da esquina com uma torrada de pão alentejano para começar o dia e da disputa das pessoas pelo jornal da manhã, enquanto este passa de mão em mão, mesa em mesa até á insatisfação do cliente que foi esquecido e ficou desatualizado da atualidade.

Saudades dos comentários foleiros nos transportes públicos sobre a política nacional, o Destak que se vai lendo um pouco por toda a cidade, do detestar dos portugueses dos espanhóis e como dizem que a Letitia não come para não c*g*r. 

É um ser português que não se intimida, nem se perde em rodeios e falsas simpatias, é uma frontalidade e honestidade que se gosta ou não se gosta e, se não o problema é teu. 

Quero cafés de esquina e não salões de chá....

E quero café a qualquer hora do dia, ah esse cheirinho que pavimenta nossas ruas e o ar que nos rodeia. Quero lá saber do chá das 5...

Quero pastéis de nata, quero lá saber de scones...

 E nunca vou mudar o ser em mim, sou portuguesa, lisboeta e hoje quando sair á rua vou enfrentar o dia como tal, que para mim isso do Keep Calm, não existe, ou é isto ou sopas.

Lisboa, menina, moça...cidade amada, já sinto a tua falta e desejo voltar para ti.

Quem sabe em breve nos veremos num abraço de retorno apertadinho?

Is It Friday Yet?

Novo vídeo no canal do Youtube, com os temas que agitaram esta semana nas redes sociais e na imprensa internacional.

Assistam, comentem e partilhem :)





Até ao próximo vídeo

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Bacalhau e Pão

Levo azeitonas, queijo de cabra, azeite gallo, queijo de ovelha mas não tenho mais espaço para o pão alentejano na mala e o bacalhau para o natal e o que faço agora? Vou me desfazer de roupas e sapatos, está decidido! Ser emigrante é isto!


by Irina Jeanette

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Gratidão

Por todo o lado onde vou vejo as pessoas reclamando. As pessoas queixam-se da vida, do emprego, do marido, da vida, de tudo e de nada. Reclamam por reclamar, no anseio, no almejo de um futuro melhor. Um futuro no qual se as circunstâncias mudassem, de repente e do nada e quem sabe por um toque de mágica a vida seria melhor, mais plena e feliz.
Eu penso que o mesmo esforço que é feito para lamentar e ser infeliz pode ser colocado no exercício pleno da gratidão. Gratidão até pelas lições de crescimento que tiramos das provações e dificuldades que vivemos. Existe tanto por agradecer, todos os dias acontecem coisas boas e precisamos exercitar o ser feliz. Ser feliz é um percurso e não um destino, podemos ficar completamente frustrados se esperarmos o ser feliz quando casar, ou reformar e não trabalhar mais, quando sair o divórcio ou terminar o curso, quando for receber a esperada promoção. Podes e deves ser feliz e grato hoje, aqui e agora e isto independentemente do que te acontece, até um sem abrigo pode ter momentos de plena felicidade além das preocupações, do frio de inverno das ruas, a indiferença dos que passam e nem um olhar trocam. Agradecer e amar a vida é o melhor e mais fácil exercício da vida. A partir de hoje vou pensar todos os dias em um razão para ser grata e escrever sobre ela.
Ousa ser feliz e escuta a nova música do Robbie Williams que diz:

"Eu amo minha vida
Eu sou livre

Eu não sou meus erros
E Deus sabe que eu fiz alguns

Eu não posso prometer que não haverá tristeza
Eu queria poder tirar isso de você
Mas você encontrará coragem para enfrentar a loucura
E vê-lo porque

Eu amo minha vida
Eu sou lindo
Eu sou livre
Eu amo minha vida"

E tu, hoje podes agradecer porque?




by Irina Jeanette

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Porque foi neste dia há já 3 anos cheios de saudades e de um vazio que dói que partiu aquela que me amava e protegia sempre. Aguardo ansiosamente o nosso reencontro pois disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá;
João 11:25


by Irina Jeanette

Portugal

Chegámos no domingo passado a Portugal, dia 27 de Novembro e de sofá em sofá em casa de amigos temos sido muito felizes. Não existe nada como comprar legumes e frutas com preços e qualidade fabulosas nos mercados de bairro ou na bancada na rua da cidade. Existe uma singeleza em ver os encontros das pessoas nos transportes públicos e porque fazem a mesma viagem há anos, guardam o jornal uns para os outros ou quando se reunem para tomar o café e as torradas no café da esquina. São detalhes que me fazem feliz quando ando por o meu Portugal. Até o ser rude no tratar me encanta porque não é mal em si, é um jeito muito nosso de ser que precisa ser visto com bom humor e por vezes descaso, eu rio e acho piada. Tudo me encanta neste país e sempre voltarei a ele, sempre e um dia será mesmo para Sempre e todo o sempre. O meu eu é feliz aqui.


by Irina Jeanette

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Alice no País das Maravilhas - Violência Doméstica


Quando era criança, tanto eu, como minha irmã gostávamos muito de assistir a Alice no País das Maravilhas e como crianças era dos nossos desenhos animados favoritos, no entanto não tínhamos qualquer filtro que separasse a realidade da ficção. Éramos muito pequeninas, mas talvez em nós já existisse o desejo da fugir da nossa realidade e entrar num mundo diferente. 





A Alice chegava ao mundo das maravilhas por saltar para dentro de um espelho mágico e nós pequeninas. um dia pensámos que esse espelho existia em nossa casa e começámos a fazer as nossas tentativas de chegar ao país das maravilhas. Várias vezes por semana, talvez quando a realidade era mais crítica e oprimia nossos pequeninos seres, queríamos fugir, talvez inconscientemente, e íamos para a frente do espelho e saltar e tentar experimentar de repente abrir os olhos e estar numa realidade mais colorida, cheia de vida, longe de medos. 





Nunca chegámos ao país das maravilhas, nunca fomos a Alice, talvez o segredo fosse esse, se ao menos tivéssemos nascido Alices de outra família, mas éramos apenas a Neusa e a Irina e a nossa realidade era aquela, apenas aquela. 





A Neusa sempre sofreu mais que eu no seu crescimento, olhando para trás vejo que do lado materno existiam claras preferências e diferença de tratamentos. A Neusa era reacionária, talvez por ser mais parecida em natureza com a mãe, o conflito fosse maior, eu era calada e quieta, ouvia, obedecia e calava. 





A Neusa morreu há 3 anos atrás e a data aproxima-se, de uma infância infeliz, ela rumou para um desastre maior, um casamento triste e absurdo com detalhes muito infelizes de violência doméstica e abusos psicológicos e emocionais. Tentou abrigo no seio materno e nunca o achou....a vida não foi boa com ela e descansou, descansou das tentativas de ser feliz, de tentar saltar através de um espelho e experimentar outras realidades, o mundo fechou-se para ela e foi mau com ela. 





Em breve vou fazer uma homenagem a ela, porque ela foi muito amada por mim e lembro sempre a última vez que conversámos ao telefone.





Que triste ela nunca ter percebido que o verdadeiro espelho estava dentro dela, a verdade estava dentro dela, não precisava que ninguém dissesse o valor que tinha ou a beleza que me encantava e a outros, pena que os espelhos onde procurou por aprovação e amor, sempre mentiram e disseram coisas que destruíram sua fantasia, desejo, sonho de ser feliz. 





Um dia irei reencontrar a minha irmã, sou teimosa e tenho fé e aí será num país real de muitas maravilhas, sem a necessidade de espelhos ou ficção, a realidade do amor, da fé e da verdade vai encher nossos corações e dar uma nova vida.





Espero que outras mulheres e homens, que sofram num país sem maravilhas, nas suas vidas, casamentos ou famílias tenham a coragem de se libertar, falar, buscar ajuda e apoio, antes que seja tarde demais. Parem de tentar sair da vossa realidade através da ficção que ele/ela algum dia vai mudar e sim ainda podem ser felizes apesar dos abusos. A realidade é a realidade, encarem os vossos medos e entrem num mundo novo mais pacífico onde a vossa felicidade depende apenas de vocês mesmos e de mais ninguém. O vosso porto seguro, pode chegar numa conversa com um amigo, uma denúncia, um colocar um ponto final nesse círculo de tristeza, lágrimas e abusos. Sejam fortes e saltem desse mundo para uma realidade melhor. A vida não é colorida como nos desenhos animados, mas podemos ser felizes, basta arriscar e ser feliz.


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Falando de Dinheiro | Irina Jeanette | Respondendo TAG

Vídeo desta semana no canal do Youtube | Irina Jeanette Souza Esta semana falamos de dinheiro, onde gastamos mais, as coisas mais estranhas que fizemos por dinheiro e sonhos de ganhar uma fortuna.



Espero que gostem e deixem comentários sobre vossos sonhos, prazeres e dificuldades em relacão ao dinheiro.

Love <3 p="">

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Manual de Sobrevivência...


Dentro de alguns dias viajamos para Lisboa e aquilo que poderia ser apenas férias ou lazer, na verdade nunca o é.

Portugal desde 2013 é lugar onde consigo ter as mais altas taxas de ansiedade e sofrimento, quando regresso a Inglaterra volto sempre doente. O meu corpo reage muito mal a esses níveis de ansiedade e stress, da última vez foi um internamento em hospital de 3 dias com uma doença de pele que roubou meu sono e deixou marcas por mais de 1 ano. Não teve diagnóstico, sabe-se s[o que o meu sistema imunitário foi totalmente abaixo, enfim...já passou.

Ontem tive o primeiro pesadelo relacionado com a viagem e acordei com suores frios. Horrível!

Imaginem se sonho antes da viagem, o que seria se tivesse de mudar para viver de novo em Portugal? Apesar de que essa é a minha vontade, preciso ser racional e ter a certeza que por razōes de sobrevivência da espécie é melhor ficar quietinha onde estou.

Vou construir um plano para não enlouquecer ahahah, porque a coisa agora ficou feia.

Como vou ficar perto da praia e longe de onde cresci, tenho boas hipóteses de sobreviver e ser feliz, talvez se eu deixar os assuntos treta, para os assuntos treta e depois que terminar, ir passear, comer fora, ser feliz e viver como se estivesse em outro lugar do mundo de férias. Distanciar-me talvez da realidade dentro da realidade seja o ideal. Será possível?

Alguém com ideias e sugestōes para um manual de sobrevivência em Lisboa ou seja lugares para descontrair e abstrair de tensōes?

domingo, 13 de novembro de 2016

Aprendi a ser feliz....depois dos 30

Foi no Brasil, em São Paulo aos 31 anos que aprendi a ser feliz.

A minha infância não foi bonita e de criança, cedo tive de aprender a lidar com muitas pressões e traumas, mas só hoje olhando para trás vejo isso, na altura, talvez pensasse que aquilo fosse normal a todas as crianças. 

Só quando um dia fugi das realidades que me cercavam e fui morar a 10 horas de distância de avião, comecei a ver, sentir e experimentar a felicidade simples que é viver.

Foi lá em São Paulo, no Brasil, entre 2011 e 2013, experimentei coisas novas e vivi a felicidade. Coisas como andar de skate, viver numa família funcional, fazer minhas escolhas sem opressōes exageradas e entender o valor único da individualidade humana.

Estava tão feliz e livre que tinha saúde e com certeza menos 40 kilos que tenho hoje, o amor cura, o amor faz bem ao corpo e á alma e por isso deixo três fotos como prova desses dias livres, bonitos e cheios de felicidade....depois dos 30!




Is It Friday Yet?


Na sexta- feira começou uma nova rubrica no meu canal do youtube e nele vou discutir os assuntos que mais mexeram a atualidade dessa semana.

Espero comentários vossos e interacção pois isso é o que mais legal deste vídeos.

Podem e devem também sugerir os temas a debater, vamos a isso?

Ë toda a sexta-feira na rubrica: Is It Friday Yet?


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Go Trump...( to hell)

Hoje passei o dia de cama, acho que me levantei para tomar um duche e cantar os parabéns á sogra, neste dia de profunda tristeza mundial pela eleição de Trump. A história é um ciclo, a estratégia de marketing político dele foi brilhante, a América profunda gosta é dos mauzões. Não querem políticas amigáveis e restrição na compra das armas, é um povo de uma cultura de guerra muito grande. Ele com todos os canais a falarem mal dele, só conseguiu marketing gratuito e assim ganhar mais adeptos. Os poderes mundiais na minha opinião estão a arregimentar para um grande conflito mundial contra as minorias, sejam eles refugiados, imigrantes, pessoas de outras fés e por aí fora. A América fez o que já se fez em Inglaterra com o Brexit, isto é tudo sobre extremismos, nacionalismos raciais e afins. E v
amos lá pensar amigos, porquê a surpresa? Não viram já nos países europeus as ideias nacionalistas e ideais racistas se pronunciaram de forma tão acentuada e crescente nos últimos anos? Falam do Trump e das ideias dele, como se não tivessem os nossos governos adotado estratégias semelhantes relativamente aos refugiados e outras minorias. Menos hipocrisia e já ajudava. Não é só a América que está doente .... é a humanidade!

A história repete-se só isso....

Lavanderia do Alabama anuncia que lava roupas apenas para pessoas brancas, EUA, 1951.

* “We Wash for White People Only” – Birmingham, Alabama. 1951


terça-feira, 8 de novembro de 2016

Eleições Norte Americanas ...

Hoje são as eleições nos EUA, e sinceramente nunca tive um desinteresse tão grande como o de hoje. Claro que estou a acompanhar e quero saber os resultados, mas depois do master fail nas votações do Brexit aqui em UK, já não tenho esperanças nenhumas na política e pouca fé na humanidade, para ser sincera. 

Não sou a favor de Clinton ou de Trump, para mim, nem um e nem o outro. Considero  os dois igualmente perniciosos e perigosos para a política internacional e com carácter muito duvidosos. Enfim, mas isto sou eu. 

Só ainda não entendi como se vai em 8 anos de um Barack Obama, para um Trump...

Se alguém aí me souber explicar, por favor, esteja á vontade.


Vídeo de Favoritos do Mês...



Novo vídeo no canal sobre os meus favoritos do mês de Outubro, video que mostra os produtos que mais gostei de usar nas últimas semanas.

Espero que gostem, seja útil para vocês e não deixem de se inscrever no canal, deixar comentários e sugestões. Beijinhos e muito amor.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Assim começa a semana e o dia...

E o dia começa cedo com a leitura do livro dos livros: a Bíblia, e o meu favorito ever! 
Depois é atacar os estudos porque só a vitória é aceitável neste estágio da vida. E a minha irmã com seu sorriso e beleza nesta foto, lembra-me as coisas mais importantes na vida: a fé, o amor e a esperança. O dia do exame final aproxima-se a passos largos e preciso estar preparada e por isso o acordar cedo, o chá verde e  jasmine orgânico para acordar, pois tenho sangue de panda.


 

Depois de ler a bíblia e entregar meus caminhos neste dia para Deus, volto-me para os livros comuns de estudo na minha área e hoje será assim, tal como foi ontem e será pelas semanas adiante. Mas vou acreditar que sim, com esforço e dedicação alcançarei a meta que me propôs quando um dia cheguei a este país estranho. 

Uma boa semana para todos nós :)

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Vai em paz filha....


Acabo de receber um telefonema de extrema importância para a minha vida, muito compenetrada a pessoa diz:
-" Quero te pedir perdão por todo o mal que te causei na vida." 
Eu perguntei:
- "Qual deles?"
A pessoa responde:
-"Ah isso eu já não sei....."
A pessoa quer pedir perdão de verdade ou está com medo das consequências desses males praticados?

E assim, mais uma vez ouviu o que não queria: a verdade!

Como pode a pessoa acreditar que ainda tenho 5 anos e que com um telefonema a pedir perdão do não sei, vai deter -me de procurar a justiça seja como for? 

Por favor, não menosprezem a minha inteligência, porque até quando pedes perdão a Deus, ou te confessas a um padre, deves dizer quais os pecados a que te referes e agora vens pedir perdão do não sei?

Sendo assim, vai em paz filha que eu também não sei do que te perdoar.


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

O exame da minha vida.....

Dentro de 3 semanas vou ter um dos maiores exames da minha vida e em inglês e todas as noites deito na cama, orando e pensando que amanhã sim, acordo e estudo tudo o que está para estudar, livros e e livros empilhados. E todos os dias acordo e a força titânica que me puxa para não sair da cama é tremenda. Criei até um espaço todo apropriado para estudar ao estilo secretária Pinterest e nem isso ajuda. quero só ver o que vai ser de mim, se não me puser a pau.

Alguém aí com frases motivacionais ou dicas para a pessoa aqui se animar?

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Inglaterra ou Portugal ? Review de Brooklyn - o mais lindo filme romântico ( spoiller alert)

Hoje quando acordei, sabia que tinha muito para fazer e apesar da mente sair da cama, o corpo continuava ali desobediente. Aqueles que me conhecem sabem que tenho um muito vagaroso acordar e não gosto de conversar pela manhā e por isso, fiquei por ali.
Contrariamente ao que faço habitualmente, liguei o Netflix e fui ver que filmes haviam disponíveis e em categoria de Romance, vi o "Brooklin", duas horas de filme e por ali me deixei ficar. Agora depois de algumas horas, estou feliz de ter ficado quieta na cama, pois é dos filmes mais bonitos que vi ultimamente. Eu tenho andado muito no trilho dos policiais e suspense e, este filme veio desintoxicar todo o mal do género humano e coisas fora do controlo dos thrillers policiais. Um filme, sobre escolhas, imigração, dúvidas entre o ficar e voltar, ou seja, tudo a ver comigo.
Quem nunca teve dúvidas?
Eu tenho, todos os dias e sobretudo sobre se devo um dia voltar a Portugal ou me deixar ficar por aqui, onde a cada dia que passa, sinto um pouco melhor. No inicio diria que morria de saudade e desespero, e o fato da minha irmã ter morrido comigo tão longe de casa e eu, nem ter percebido como era a situação doentia em que vivia a tempo de a ajudar, tal como acontece no filme, deixou um conforto em meu coração. Afinal, somos humanos num filme da vida real e essa é a única verdade.
Afinal lar é onde o amor está e neste momento todo o amor que preciso está em Inglaterra e não em Portugal e se eu voltasse agora, tenho a certeza que iria me arrepender amargamente igual á Georgina.
Por enquanto, vou ficando, a distância pode ser uma benção e no meu caso, com certeza o é, não imagino a minha vida perto da família de sangue, pelo menos de parte dela. A distância ajuda-nos a tomar consciência de certas realidades que não é possível quando a visão está bloqueada por sofismas e estratégias de pessoas que querem te manipular e usar para seu proveito. Posso combater minhas batalhas, estando longe e vou até onde Deus permitir, de resto fico na minha e posso concentrar-me em ser feliz. Inglaterra e Portugal têm coisas muito diferentes a oferecer e por isso mesmo, por agora, escolhi continuar a ser (a) estrangeira numa terra que não a minha.
Deixo o trailer do filme, para que vocês possam ter ideia da beleza daquilo que falo, ah refrescante 

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